30 de setembro de 2016

Das coisas que são para ser e daquelas que são para morrer



Depois de anos houve o despertar
A renovação de uma vida há muito estagnada.
Na primeira noite se descobriram
E o tórrido se tornou o preferido.
Uma sublime conexão
Espíritos unidos e vidas que se chocam.
Na manhã seguinte ficou o amor
E a utopia da paixão.
Nas outras vezes
A magia ainda perdurou.
Com o tempo as coisas se assentam
Nos acostumamos ao bom e ao mau
E a paixão não é a mesma.
Com o tempo que chegou
Os rumos foram outros
A estrada seguiu para outras trilhas ou metrópoles
Até cachoeiras e praias longínquas.
Mas uma sensação boa ficou
Apesar da tristeza do fim
Porque eles precisavam viver isso
E amar isso...
Sentir para depois entender.
Assim os espíritos crescem
E se elevam no plano em que vivemos
E em outros pelos quais passaram e passarão.
Que o caminho se ilumine
Que as almas se reencontrem
E vivam conexões cada vez mais intensas.


(Gláucia Minetto Martins)


 

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