10 de dezembro de 2012

Por Jonathan de Brito


Se atenha a mim com seu vestido liso
Que cintila serenidades da profundidade
De um sorriso de crianças em riso
Deliciando-se à melodia da alvorada.

As mais remotas paixonites de criança
Em teu abraço se materializam.
E o sarau de toda lembrança
Vai-se indo a um canto de ciranda.

Todas as flores se abrem
Ao sentir passar o véu suave
Que teus doces perfumes conduzem...

Todas as noites instigam a harmonia
De nossas inocentes carícias
Roçando os corpos até chegar à luz do dia...

(Poema escrito por Jonathan de Brito)

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