5 de fevereiro de 2012

Viver para saber morrer...

... e não chorar.
Quente, calor. Novo ano,novas pessoas. As mesmas marcas, os mesmos problemas, o mesmo cansaço.
As mesmas anotações. Osmesmos números e nomes, os dias percorrendo a massa quente do nossotempo irrecuperável, inutilizado, penoso.
A rota está intacta, pré-decidida.Não há como desviar para um mundo novo. Tudo um dia deixa de ser novidade.
É um lugar pregado,plantado no coração e na mente. O que nos alivia de nossa humanidade é aprópria humanidade...
Permitir-se um segundo, eapenas isso... Adrenalina, fogo, riso. E um dia morrer.
Nenhuma dor sobrevive aosopro do tempo. Não pregue tanta “auto-ajuda”, nascemos à beira do precipíciode aprendemos a explorá-lo.
Amor à sobrevivência, e não ao paraíso.

2 comentários:

  1. Você sempre com uma bela lição disfarçada de despretensiosidade...
    Gosto muito!
    Beijo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigada pela compreensão! Beijos! Boa terça-feira.

      Excluir