13 de fevereiro de 2012

As costelas, afinal


A natureza de mulher grita a cada instante
Espera para ser liberada
Quer invasão, dor e vida
A dor do parto da terra, céu e chuva
Cheiro de amor e tempero
Alma doce e plena
Desde criança, a descobrir seu poder

Serpente de olhos hipnóticos
Enrola-se no tecido dos pensamentos
A vida mundana ou bem-vinda

A mulher chora e contorce-se
Nas entranhas de fé e desejo
A face perfeita, a disfarçar o gosto nu

Bens e males, mulher presente
Querer e conquista
Amor à natureza ácida,
Pura e forte... De mulher

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