9 de dezembro de 2011

Alimento da alma

O amor repara as chagas do coração e da mente.
Em forma de pai e mãe, cura o machucado, cura o medo do escuro.
O amor não se importa. Suporta!
Retém toda a mágoa para decifrá-la por inteiro, até mesmo sem pedir desculpas... É que o amor por si, anda e desanda só para tornar-se mais forte.
Quebra e cola, 'Super Bonder divino'. Cola, e não forja o coração como uma espada, porque de tudo o que chega e passa, busca deixar marcas, cicatrizes... Pois o amor por inteiro não busca perfeição.
O amor é pilar que sustenta o dia-a-dia - máscara quebrada das telas de cinema - sustentando a realidade longe da vida lá fora, aquela construída abaixo de cada teto.
O amor não tem mania de riqueza, cheiro bom ou ruim, modos bonitos ou feios.
Se faz de cada palavra, que alegra ou que corta, de cada sorriso, irônico ou sincero. E acima de tudo da presença constante, do aprender a amar acima do bem ou do mal, do agradável ao martirizante. O amor é amor. Não se define.
Força, mistério divino, assim como a fé, que também é uma forma de amar.
Sentimento criptografado no ódio ou semente na paixão.

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