13 de novembro de 2011

Tão estranho, tão longe e tão perto


Quando tudo parece tão longe
É ao mesmo tempo alcançável, sim...
Por mais que pareça tão distante
A multidão está unida em um só lugar
Pequeno, grande, real...
Desse chão ninguém sai
Todo mundo entra e não escapa

Mas olha, tem um horizonte em sua janela
Uma cruz lá no altar
Um sorriso distraído
Um encontro, reencontro
A concretizar-se
E assim se pode ter certeza:
Eu vivo, morro, ando, falo
Te vejo e jamais deixarei de te encontrar
Quis te procurar,
Te achei, como já sabia, no destino - disfarçado de acaso
Te encontrei e não largo mais
Posso até esquecer
Mas sei que logo entenderei
O seu sorriso a sorrir pra aquilo que ama...
Vai sorrir pra mim.

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