25 de novembro de 2011

Não dá pra tocar, não dá pra não querer


Quero o seu abraço
As tuas notas que regem essa história
Eu quero toda rua que você passe
Eu quero seguir o teu olhar duvidoso
Mesmo que tudo pareça tão morto...

Você traduz as estrelas, mas não as leva para si
Você sorri, mas esquece de tudo
Antes mesmo de fechar os lábios.

Sempre estive por perto,
No farol da tua maré conturbada
Quero o seu abraço...
Enquanto mantenho meu eu sobrevivente,
Sedento de amor e fé.

Às vezes esqueço, mas todo dia
Algo me leva de volta a você
Como a família que ocupa os pensamentos,
Você: alguém que habita o coração, teu lar natimorto
Corro pra tudo, penso e falo... em você, você, você.
Roda giratória, moinho que completa seu ciclo,
Voltando, cansado, ao começo.

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