22 de março de 2011

Testemunha ocular.


Os ventos passam pela porta
Encontram vermelho sangue...
Encontram esperança.

Eu me sinto incomodado
Teorias não provadas
Rostos sem expressão.

As gotas caem sem sentido
Sua carne já não está tranquila
Já não há pra onde ir...

Vai embora, vai comigo,
Ou fica onde está...
Me observa a cada dia...

Cristais transparentes
Fogem do seu olhar.
Pés não querem voltar,
A chuva não quer cair.

Quem é você além do que eu posso ver?

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2 comentários:

  1. Olá minha Parceira.

    Acho que este é o meu primeiro comentário no seu blog, um devaneio meu, mas mesmo assim aqui estou e preciso lhe confessar algo.

    Estou a reformular, mais uma vez(e a última) o meu blog, e dessa vez espero chegar ao ápice do que acredito ser o tal. E sabe de onde eu fui tirar a minha última inspiração para a tal reforma?

    Exatamente daqui, minha Parceira. E sabe o porquê?

    Pelo simples motivo de que sou apaixonado pela sua simplicidade, como o seu blog é tão simples quanto eu quero que o meu seja, pois, você como leitora dos meus textos, já deve ter percebido que o que mais me encanta é a simplicidade e nada a mais.

    Mas não é só pela simplicidade que venho (de vez enquando, mas quase sempre) te visitar, é pelo conteúdo que acho, em minha modesta opinião, magnífico para a minha imaginação.

    Por isso deixo aqui um simples obrigado pelos textos, e depois vou te pedir uma ajuda.

    Até breve, minha Parceira.

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  2. ooo momo
    me mata de alegria falando essas coisas.. eheheeheh
    obrigada, mesmo!

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