26 de janeiro de 2011

Uma essência perdida.

Como tudo é tão fugaz... Por um nome numa página em branco eu saio de mim mesma.
Por um nome numa página em branco eu finjo ser quem nunca sou... mas que talvez esteja aqui dentro.
Por um nome numa página em branco eu subo a linha do gráfico, pra depois descer num salto dramático.
Obrigada por ser a base do meu gráfico, ou o lixo onde vou jogar aquele chiclete.

O chiclete... referência ao tio da Tereza em Tudo o Que é Sólido Pode Derreter. Ele, que um dia disse: "Tereza, a tristeza é como um chiclete. Você mastiga, mastiga, até ficar sem gosto, ruim, até perder todo o gosto. E depois você joga fora."

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