13 de outubro de 2010

Da calma


Tanto frio lá fora, tantas coisas perdidas. Tantas rachaduras, tantos tetos dispostos a desmoronar. Mas eu estou aqui, na calmaria inquebrável do meu eterno silêncio. "Será o silêncio como uma febre?"
Tudo em mim observa o abismo dos tempos, feito de luz e sombra, de melodias e silêncios. São ingredientes que giram como em um caldeirão, que prepara veneno...
O vento entra pela porta aberta... carrega algo negro.

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